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ITIL por quem já é certificado

Posted by CLAUDIO ALVES em 11/04/2012

Após muitos meses de estudo e entendimento do ITIL, tive a felicidade de obter a certificação ITIL V3 Foundation em Julho de 2011.Sei que é uma certificação importante para aqueles que querem seguir uma carreira em TI, e até mesmo para aqueles que almejam cargos gerenciais, já que a TI é uma parte essencial de muitas empresas.

Já havia publicado alguns tópicos sobre o ITIL (ver aqui), mas sei que muitos têm a dúvida de como é fazer o exame, o que acontece depois do exame, se realmente a certificação ajuda na carreira, entre outras.

Nada melhor que ter estas questões respondidas por profissionais que passaram por esta experiência, por isso elaborei uma simples entrevistas com 2 jovens amigos profissionais que obtiveram a certificação recentemente. Segue:

Sobre os entrevistados:

 Gustavo Augusto Lopes, 24 anos, Analista de Governança Jr. do Banco Itaú, formando em Sistemas de Informação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2012), Certificado ITIL V3 Foundation (2012) e ITIL OSA (Operational Support and Analysis – 2012).

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 Leandro Fernandes de Oliveira, 25 anos, IT Analyst na IBM, Formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Universidade de Mogi das Cruzes (2009), Certificado ITIL V3 Foundation (2011) e Cobit 4.1 (2012) em preparação para certificação MCTS 70-640 Win Sever 2008.

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1 – Por que você decidiu se certificar em ITIL V3?

Gustavo – Tudo começou quando no segundo semestre de 2011, formou-se  na empresa uma nova área, a qual seria responsável por centralizar, gerenciar e melhorar todos os processos de governança de TI já implantados na empresa. Fui convidado a fazer parte dessa equipe, o qual o desafio foi (e está sendo) muito interessante. A partir daí, comecei a enxergar melhor como funcionavam os processos ITIL dentro da empresa, bem como seus resultados eram impactantes para a TI como um todo, e principalmente para o negócio. Foi nesse momento que resolvi estudar pra obter a certificação, buscando abranger o  conhecimento da metodologia.

Leandro – Atualmente lido diretamente com entrega de serviços de TI e essa certificação ajudou a agregar valor para o negócio, ou seja, decidi me certificar para contribuir com o negócio e principalmente em minha função.

2 – Como você se preparou para Certificação?

Gustavo – A empresa ofereceu um treinamento de 3 dias de ITIL v2, e após o término deste, busquei materiais referentes a metodologia do ITIL v3, visando a atualização pra versão mais atual. Após o término da leitura, consegui com amigos muitos conteúdos de preparação pra prova, bem como simulados, os quais foram de grande valia.

Leandro – Me preparei sozinho estudando o conteúdo do curso e-Learning adquirido no site da TI Exames, o material da TI Exames é bem completo, e no meu caso foi o suficiente pra ser aprovado no exame.

3 – Você considera que as práticas do ITIL realmente agregam valor ao negócio?

Gustavo – Com certeza, vivemos isso aqui na prática. Muitas das nossas ações já realizadas, ajudaram aumentar a disponibilidade dos nossos serviços, melhorando nossos processos e controles, reduzindo a quantidade de incidentes, gerenciando melhor nossas mudanças, aumentando cada vez mais o mapeamento do CMDB, fazendo um bom estudo de capacidade, etc. Tudo isso reflete diretamente em disponibilidade para os serviços da empresa..

Leandro – Sim, as boas práticas da ITIL agregam muito valor ao negócio, proporcionam segurança e um melhor fluxo na execução das tarefas, principalmente no quesito gerencial, pois ‘serviço’ não é algo fácil de se mensurar.

4 – A certificação ajudou no seu desenvolvimento profissional junto á sua área?

Gustavo – Sim, além do reconhecimento e congratulações, a certificação te dá mais autonomia e confiança nas suas atividades diárias, te dá também mais embasamento nas discussões, onde você deixa de ser apenas um receptor de informações, e se transforma um dos emissores no debate.

Leandro – Ajudou e ainda ajuda e muito, através dos conhecimentos das boas práticas da ITIL, consigo entender melhor o funcionamento dos processos e do por que eles existem, assim ajudando em sugestões de melhorias nos atuais processos e até mesmo sugerindo a criação de novos processos.

5 – Uma mensagem pra quem pretende obter a certificação.

Gustavo – Antes de qualquer coisa, estude! Estudar, não significar “decorar”, e sim “entender”. O ITIL não se implanta, o ITIL se aplica! Não se prenda apenas ao by the book; tudo dentro dos conceitos da metodologia é passivo de adaptação, dependendo do cenário em questão. Open your mind!

Leandro – Hoje, após certificado em ITIL, reconheço claramento a necessidade de tal certificação no mercado de TI e acredito fortemente que todos os profissionais da area de TI deveriam ter essa certificação. Tenho certeza que as boas práticas da ITIL lhes ajudarão nas tarefas de seu dia-a-dia. Além disso, quem não gostaria de melhorar o salário $$ né? Estudem, corram atrás, por que realmente vale a pena! Importante: é uma certificação ‘barata’, tem boa taxa de aprovação e é muito requisitada no mercado de TI.

Espero que tirem boas conclusões sobre as respostas dos entrevistados, sigo estudando, agora para obter a certificação COBIT 4.1, inclusive já postei algo (veja aqui).

Um forte abraço.

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Entrevista de emprego: como falar de si mesmo

Posted by CLAUDIO ALVES em 15/06/2011

Especialistas apontam como responder à temida questão “fale mais sobre você” na busca de um novo emprego

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Primeiro faça o dever de casa – Antes de chegar à entrevista de emprego, o candidato se preparou para falar sobre aptidões e habilidades, sobre a área de atuação e sobre empresa onde pretende trabalhar.

Quando o recrutador pede para que ele fale sobre ele mesmo, surge um grande branco Mais comum do que se pensa, falar sobre si mesmo é a dificuldade de boa parte dos candidatos à entrevista de emprego.

Por isso foi elaborado um guia prático do certo e o errado na hora de dizer ao recrutador “quem é você”

1. Conhecer a si mesmo

Parece simples, mas o candidato precisa fazer um “dever de casa” antes de sair para a entrevista. “Ele precisa se conhecer o suficiente para saber o que falar sobre s mesmo sem ser prolixo ou perder a noção do tempo disponível”, diz Fernanda Amorim, diretora da consultoria de recrutamento Michael Page Fernanda sugere que o profissional pense na pergunta antes de qualquer entrevista, mesmo que seja no caminho para o local, e esteja preparado para destacar as suas habilidades, mas também saber suas fraquezas.

2.  Por onde começar?

Em um primeiro momento, quando o recrutador não direcionar a pergunta, a sugestão é falar de forma breve sobre a personalidade“O candidato deve resumir as suas características principais, de forma generalista e sem se alongar muito, dizer se é uma pessoa mais tranquila ou enérgica, por exemplo”, aconselha Rafael Meneses, sócio-gerente da consultoria de recrutamento Asap.

Segundo Meneses, quando a pergunta já for direcionada para os negócios, o profissional deve tomar cuidado para não se “enrolar” no subjetivismo. “Apresentar fatos concretos sobre a sua experiência anterior e exemplos de como uma situação foi conduzida consolida as nformações”, explica Isso significa que não adianta elencar qualidades próprias sem apresentar situações ou resultados obtidos, de acordo com o consultor. Evitar excesso de “eu acho” e “eu penso” já é um bom caminho.

Se houver dúvidas sobre a intenção do recrutador, é permitido perguntar e tirar a dúvida. “Por onde você prefere que eu comece?” ou “você prefere que eu fale sobre meu perfil ou experiência profissional?” são algumas sugestões

3. Falar sobre a carreira

Quando o recrutador pede para que o candidato falar sobre as suas realizações profissionais, ele não espera a descrição do que está no currículo em cima da mesa.

“A intenção é fazer um mapeamento do perfil do candidato, seja para saber sobre como é a forma dele idar com situações, como para ver se há compatibilidade do perfil dele com o da empresa” explica Fernanda A avaliação baseada nas competências do candidato segundo Meneses, é cada vez mais utilizada para recrutar executivos de média e alta gerência. “Esse tipo de entrevista é baseado nas situações e serve para prever algum tipo de comportamento do profissional no futuro”, diz o consultor A sugestão é que o candidato esteja preparado para dar exemplos da forma como executa seu trabalho. Ele por contar, por exemplo, algum conflito que ele teve que resolver em experiência anterior e quais foram os resultados positivos obtidos “Ele precisa ter tranquilidade e maturidade para esse tipo de abordagem, inclusive para reconhecer fraquezas e apontar necessidades que tem a desenvolver ou que esteja aprimorando”, aponta Meneses.

4. O que é proibido?

Além do excesso de “eu acho” e do subjetivismo, os especialistas apontam que o candidato deve evitar assuntos polêmicos ou opiniões controversas Fernanda alerta também para a atenção ao relógio. “O profissional deve ser breve, falar o necessário sobre quem ele é, as áreas de interesse e experiências profissionais, mas sem se estender demais ou ser prolixo”, diz.

Uma estratégia de preparo antes de sair de casa é ensaiar a pergunta, em frente ao espelho com o tempo máximo de cinco minutos. Se o recrutador quiser saber mais sobre algum ponto do que o profissional falou, ele irá pedir para discorrer mais sobre o assunto.

O candidato deve ainda fugir dos clichês, com atenção para não dar um tiro no pé e perder a mão na sinceridade. Os recrutadores entrevistam muitas pessoas e estão cansados de ouvir qualidades transformadas em defeitos apenas com o acréscimo da dimensão em excesso”Perfeccionismo” pode soar um falso defeito até para os verdadeiramente perfeccionistas. Exagerar nas qualidades também não é indicado“A qualidade será percebida pelo que o candidato diz e pelas situações que ele apresenta durante a conversa Por isso ele deve equilibrar suas qualidades com os resultados em trabalhos anteriores e não cair na armadilha de apenas despejar pontos fortes no recrutador”, aconselha Meneses.

Extraído do site EXAME

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